sexta-feira, 5 de abril de 2013

TABELAS SOLUNARES

O que é melhor para a pesca, a preia-mar ou a baixa-mar? Lua Nova ou Lua Cheia? Cada pescador tem a sua própria teoria sobre isto, embora a maioria aceita a influência da lua como um fator que devem considerar.

Além da lua, não estamos a dizer nada novo se afirmamos que o amanhecer e o pôr do sol também são momentos de grande importância para a pesca. Porém, em realidade isto não é sempre assim. Não é difícil encontrar alguma tabela de pesca na internet ou em alguma revista especializada, e na maioria dos casos não encontramos uma relação consistente e exata entre estas referências.
 Então, qual é o melhor dia para pescar? A resposta é simples: são muitos os fatores que entram em jogo o que dificulta ter uma teoria fiável. Por exemplo, se a temperatura da água é muito fria normalmente os peixes estão entorpecidos. Também não podemos pretender ter uma boa pesca se a pressão atmosférica marcada no nosso barômetro baixa. E embora todos já tivemos boas pescarias com alguma lua nova ou cheia, talvez podemos deduzir que nestes dias tivemos os melhores resultados.
Porém, todos os pescadores somos conscientes do quanto pode variar a nossa sorte. E provavelmente seja este um dos fatores que mais desanima algumas pessoas, mas os que realmente gostam acham que possa ser um fator de motivação. Uma pesca muito fácil seria chata. Cada nova temporada de pesca diminuem os peixes nas águas. Já faz muito daquela década na que íamos pescar com os nossos pais e trazíamos o balde cheio de peixe. Atualmente há menos peixes e às vezes voltamos para casa de mão vazias. Mas ainda não vamos nos desanimar...

De repente, um dia, e sem nenhuma explicação, a nossa vara de pescar começa a se mexer, e peixes de todas as espécies começam a picar, engolindo praticamente tudo o que lhes oferecemos. Depois de algum tempo, a atividade dos peixes desaparece tão rápido quanto começou, e a calma volta às águas novamente. Estes períodos, que todos nós já vivemos, e durante os quais aumenta de repente a atividade dos peixes, são chamados de períodos solunares e são à base da teoria solunar.

terça-feira, 26 de março de 2013

24 Março 2013


Um dia de pesca complicado, sem peixe, muita chuva.
Valeu pela grande surpresa de conseguir tirar uma dourada numa fase que já estava quase de noite, foi a primeira do ano.
Sem grande história o que posso dizer é que a água doce a mais na ria fez o peixe fugir para o mar.
Acabei eu Raul por ter mais sorte e acabei com 1 dourada 1 solha, 1 enguia kileira, 2 robalos e uma faneca. O Gouveia com 1 robalo e o Pereira com 2 robalos e 2 fanecas, foram os poucos exemplares que conseguimos ferrar.
Na próxima saída temos que ter mais em conta a chuva, pois com o tempo que tem estado não há vontade que nos valha.

quinta-feira, 14 de março de 2013

51 ROBALOS!!!!! FANTASTICO DIA DE PESCA!

Foi um dia para não esquecer, tudo perfeito, fomos 3 elementos, o Ricardo o Gouveia e o Raul.
Chegamos ao pesqueiro por volta das 18 horas, e logo nos primeiros lançamentos reparamos que o peixe estava lá. o Gouveia começou a tirar peixe atrás de peixe, eu Raul e o Ricardo nao estávamos a ter a mesma sorte, e a razão era que o sitio onde estávamos havia mais corrente, como a maré era muito forte fazia com que o nosso isco ficasse escondido com as algas. quando a maré parou começamos a ter mais actividade mas mesmo assim o Gouveia estava imparável e acabamos por ver uma situação incrível, que foi quando ele conseguiu pescar um robalo de quase 3kg com outro na boca e quando fomos a ver era o peixe que estava dentro da boca do tal robalo que tinha ferrado o anzol. O que aconteceu foi que o peixe pequeno ferrou o anzol e quando o Gouveia recolhia o peixe veio o robalo e comeu-o, com a sorte de o peixe pequeno ficar preso dentro da boca lá se conseguiu tirar os dois. Um caso muito raro por mim nunca visto e que deu para rir e festejar.
Mudamos de pesqueiro por volta das 22 horas.
Com a contabilidade a ser 14 robalos para o Gouveia e 2 para o Raul e o Ricardo.
Tudo foi diferente no posto 2 a sorte bafejou desta vez mais o Raul e o Ricardo, com uma cadencia de peixe espectacular acabamos o dia com números invejáveis, 21 robalos 2 fanecas e para o Raul, 13 Robalos para o Ricardo, e 17 robalos e uma faneca para o Gouveia.
Acabamos o dia de pesca a sair peixe atrás de peixe, como não havia mais isco despedimos-nos com uma certa frustração, pois não havia dúvidas que estava lá o peixe, e com vontade de comer.













quinta-feira, 7 de março de 2013

Pescadeiros em Vigo, 24 Fevereiro

Mais um visita á ria de vigo desta vez 3 elementos, Raul, Ricardo e o Pereira.
Chegada por volta das 19.30h tempo perfeito, e a uma hora e meia para a maré baixa.
Mal chegamos eu Raul e o Pereira começamos a tirar uns robalos, e o Ricardo sem qualquer actividade.
A maré como gosto, 3m para 1m, bem activa, e com o aproximar da baixa mar o peixe tambem fez o favor de estar muito activo.
Fizemos 3 horas de pesca no pesqueiro que chamamos (bouça), onde o saldo foi bem positivo 8 peixes para mim e para o Pereira, 3 para o Ricardo.
Mudamos devido aquela zona as aguas serem bem mais rapidas que no outro local, que damos o nome por (conservas).
Chegando as conservas já nao houve o mesmo ritmo de peixes, o Ricardo com uma boa parte final, fez uma excelente pescaria com 12 robalos, eu raul acabei com 8 robalos e 5 fanecas, e o Pereira com resultados muito idênticos.
Pena acabar-me a bateria do tlm e não poder tirar fotos aos peixes mas ainda houve para registar altura do jantar, e com o nosso verdadeiro Pereira no seu melhor, la se beberam uns litros de maduro e uns tikinhos de bagacilha dos nossos vizinhos espanhóis.





domingo, 17 de fevereiro de 2013

Curiosidades sobre as Douradas.

A dourada é um peixe costeiro e sazonal. Aparece na nossa costa com os primeiros dias de Sol no final do Inverno início da Primavera para voltar a desaparecer com o frio do final do Outono. 


A sua formidável dentição, quebra-cabeças para os pescadores, com molares capazes de desfazer as "cascas" mais rijas ou a linha mais resistente, destinam-se aos ambientes onde se podem encontrar ostras ou mexilhões seus alimentos preferidos (estuários de rios de preferência onde existam grandes bancos de ostras ou mexilhões, no mar as praias perto de aflorações rochosas com fundos de pedra e areia são os locais preferidos pela dourada).
O momento do dia em que a dourada está mais activa é o amanhecer, embora as horas mais quentes ou o anoitecer possam reservar excelentes surpresas. De noite a dourada é pouco activa demonstrando mais movimento perto da Lua Cheia. Estes princípios muito gerais ajudam-nos a descobrir quando e onde pescar as douradas.


Pertencendo à grande família dos sparídeos, a dourada - spaurus aurata, é sem dúvida a rainha desta família.
A desova da dourada realiza-se entre Novembro e Fevereiro, em águas com temperaturas não inferiores a 13º C. Nesta altura concentram-se em grandes cardumes. As maiores douradas são as fêmeas que imóveis vão expelindo os ovos (2 milhões por cada Kg de peso). Ao mesmo tempo, os machos mais jovens e pequenos vão fecundando os ovos num bailado infernal. Segue-se a eclosão e o desenvolvimento dos alevins que se alimentam de plâncton. O seu crescimento é feito no interior dos estuários ou lagoas, onde as águas estão povoadas de milhares de pequenas douradas. Neste ambiente permanecerão até ao próximo Outono. À chegada do primeiro frio elas partem. Cardumes de grandes dimensões, com jovens pesando por vezes algumas dezenas de gramas, procuram refúgio nas águas do mar, onde a maior profundidade as temperaturas são constantes e não sujeitas ao frio do inverno.
Ao fim de um ano os jovens machos pesarão entre 100 a 200 gramas; com dois anos normalmente mudam de sexo e aumentam o peso para 300 a 400 gramas; aos três anos as douradas pesam cerca de 1 Kg.
Os peixes maiores atingem 5 a 6 Kg por um tamanho de 60 a 70 cm (nas nossas latitudes, no Norte de África as douradas chegam a atingir perto de 10 Kg !).
Todas as douradas nascem do sexo masculino. Durante um dois anos comportam-se como machos, fecundando os ovos libertados pelas fêmeas. A transformação de sexo ocorrerá entre os 13 a 16 meses de vida. Os seus órgãos sexuais masculinos atrofiam-se à medida que os ovários se desenvolvem. Assim, aos 24 meses de idade, 80% dos indivíduos do sexo masculino passaram para o sexo feminino e assim viverão toda a vida. Os outros 20% na sua grande maioria mudarão de sexo no ano seguinte. A população masculina das douradas diminui com a idade dos peixes

Iscos:

Os pescadores mais experientes sabem que as preferências das douradas dependem do seu tamanho. Normalmente os peixes maiores preferem o caranguejo, o lingueirão, o mexilhão, o casulo, por vezes a teagem e o grilo. A sardinha em determinados locais da nossa costa também dá bons resultados. A dourada mais pequena ferra bem com minhoca coreana, minhoca de sangue, ganso, casulo, teagem, grilo, etc. É claro que o melhor isco depende de factores muito variáveis: o local de pesca a altura do ano o estado do mar, são alguns de entre os muitos factores que influenciam a dieta das douradas. Contudo o mais importante é que os iscos sejam muito frescos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Momentos de 2012

Temos que pedir desculpa aos nossos seguidores de estar quase 4 meses, sem publicar nenhuma saída, apesar de todas as semanas ate ao final de Outubro haver pescarias e algumas delas excelentes.
Agora que via as fotos reparei que ainda ha algumas de Agosto, e que provam que nao estou a mentir quando digo que houve grandes pescarias.






                                                     Márcio Coelho
                                                Sr. António, e o Paulo.
                      Isto foi uma pequena brincadeira do Ricardo, claro que o peixe foi devolvido a água...

Este ano vamos tentar não falhar, e estou com a ideia de fazer alguns vídeos, de capturas, como de dicas como pode melhorar as técnicas de pesca as douradas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

AÍ ESTÁ A ÉPOCA 2013!!!

5 Fevereiro foi o primeiro dia de pesca de 2013, foi na ria de Vigo no sitio do costume.
Ricardo, Gouveia, Ministro e eu Raul, fomos os 4 pescadores numa noite que se previa de vento e chuva mas só a chuva apareceu.
Com o percalço do carro avariar quando chegamos ao local de pesca o que nos fez vir de taxi, tudo correu bem.
Muita actividade, mas na grande maioria peixe muito pequeno, eu tive a sorte de tirar um exemplar a rondar as 900grs e o Gouveia tambem foi bafejado com um robalo muito idêntico ao meu.
Muitos foram os peixes devolvidos a agua, porque eram muito abaixo da medida de lei.
Final da noite eu e o Ricardo com mais de 10 peixes, o Gouveia e o Ministro, tiraram menos mas puseram o sono em dia.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

25 Julho 2012

Um ano que se afigura histórico para mim Raúl, pois as boas pescarias são uma atrás da outra.
Neste dia fomos 4 pescadores a são Jacinto, (Raul, Ministro, Gouveia e sr. Faria que é amigo do Gouveia). Num dia que eu previa perfeito para a pesca as douradas, sol, pouco vento, marés 3m preia mar e 1m baixa mar o que para mim é um conjunto perfeito para pescar seja onde for.
Mas fomos enganados no que diz respeito ao sol, pois só apareceu por volta do meio dia, mas ficou mesmo só por aí o meu engano, porque peixe não faltou.
Com o nascer do dia as 8 da manha la tirei a primeira dourada, foi a primeira para mim e também no paredão.
O sr, Faria pescador de  spinning, foi experimentar o surfcasting e não teve la muita sorte pois não conseguiu ferrar nenhuma dourada.
Contas finais, 11 douradas para mim Raul, 4 para o Gouveia e 2 para o Ministro.
Ass: Raul

quarta-feira, 18 de julho de 2012

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